TEM MOEDA PRA TROCO AI?

Está faltando troco no comércio do país. O BC montou guichês de atendimento direto ao público, que poderá trocar cédulas por moedas. A iniciativa começou pelo Rio e vai estar em todo o país.

O Banco Central começou no Rio de Janeiro uma experiência que pode beneficiar comerciantes de todo país com dificuldade para conseguir dinheiro trocado.


Não teve outro jeito. Para poder vender mais, o gerente da loja arredondou todos os preços: R$ 13,75 virou R$ 14. E mesmo assim, ali no balcão, um saquinho de moedas vale muito mais do que parece. “Se tiver uns R$ 50, pra gente vale 100. Troca pra mim?”, disse uma vendedora.

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E a missão diária mais difícil de Alan é arranjar moedinhas pra papelaria onde trabalha. “Fico igual a um maluco, correndo pra lá e pra cá atrás de moeda e não consigo”.

É a crise do troco, anunciada pelos lojistas do Rio. E sentida no bolso por todo mundo. “Uma coisa custa R$ 1,80. Perguntam se podem ficar devendo R$ 0,10. Isso não é nada, mas de dez em dez a galinha enche o papo”, disse um homem.

O Banco Central estima que de cada duas moedas fabricadas no Brasil, uma não circule. É R$ 1,5 bilhão parado em cofrinhos e portamoedas país a fora. Nem sempre os bancos ajudam.

Em março deste ano, mostramos a dificuldade que é pra alguém tentar depositar moedas em agências bancárias. Contra a falta de troco, o Banco Central resolveu produzir 2 bilhões de moedas, novas em folhas.

E contra a má vontade dos bancos, guichês de atendimento direto ao público, cheios de troco disponível em moedas ou em cédulas estarão funcionando até o fim de setembro em todas as capitais do país. No Rio, já está funcionando.

O próximo começa a funcionar na semana que vem em Manaus. A ideia veio depois de uma reclamação dos lojistas do Rio.

Nesta quinta-feira, o Banco Central anunciou que vai exigir que os bancos facilitem os depósitos de moedas.

“Existe uma legislação bancária que estabelece que a rede bancária ,ela tem que dar curso legal à moeda. No mínimo eles serão notificados e os dirigentes também”, disse João Sidney Figueiredo Filho, do Departamento do Meio Circulante do BC.

A Federação Brasileira de Bancos informou que vai apurar se alguma instituição está dificultando os depósitos em moedas.


FONTE: G1



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